O que te faz definir um encontro?

Coluna Mensageiro
Quando duas pessoas, que tem certa relação de intimidade, de boa convivência, ou de parentesco, pensam em encontrar-se, levam em consideração alguns fatores:
– há quanto tempo não se vêem?
– qual o caminho pra chegar à outra pessoa?
– que benefícios há em rever-se, reencontrar-se?
– há outra forma de substituir a visita?

Um rapaz que pretenda namorar uma moça, ao estilo respeito-sinceridade, terá que preparar-se para falar com os pais da moça para pedir-lhes que o autorizem sair com a filha deles.
O rapaz, que encontrou a moça num retiro de jovens, no período de carnaval, em Assis Chateaubriand, mora em Foz do Iguaçu, enquanto que a moça mora em Cascavel.
Vêm à cabeça do rapaz as 4 perguntas-chave e, ele as precisa responder para si mesmo.
1)- Não nos vemos desde o Carnaval, e isso já faz 2 meses;
2)- Como não tenho carro, o jeito é ir de ônibus;
3)- Visitando a casa dos pais da moça, obtendo o consentimento de seus pais, há a possibilidade de estabelecermos um relacionamento de namoro; e
4)- Sem a visita à casa, a possibilidade de conseguir um namoro efetivo é muito remota e insegura.

Obtendo a permissão dos pais da moça, fazem um passeio e, cada qual vai cuidar de seus afazeres diários, em sua cidade.
Passam-se dias, semanas, e a vontade de se reverem aumenta dia a dia.
O terceiro e o quarto quesito precisam ser respondidos novamente.
Se houver interesse, “Te manda pra lá, rapaz, senão a moça pode imaginar que não tens intenções sérias!

Quando um acadêmico, já em estágio bem avançado num curso de nível superior, envia currículo para um empreendimento de atividade que lhe atraia poder ingressar, fica no aguardo de ser convidado para entrevista. Surgem 4 perguntas:
– Se interessaram por meu currículo?
– Continuo com interesse de ocupar a vaga?
– Vale à pena a vaga no estabelecimento?
– Tem como ser empregado sem a entrevista?
Pois é, as respostas dele são:
1)- Se me chamaram é porque meu currículo me mostra capaz para a vaga;
2)- Sim, eu quero a vaga;
3)- Claro que vale à pena, pois é um empreendimento bem conceituado; e
4)- Sem entrevista, não há emprego!

Quando uma pessoa segue determinada religião, ela frequenta os cultos, as missas, as reuniões; participa de eventos na cidade e fora dela, buscando integrar-se sempre mais, familiarizar-se mais com os irmãos de fé e estar de bem com sua consciência.
Em determinado momento a atração pelo templo, pelo grupo de jovens, pelo grupo de estudo, pelo grupo de lideranças cai gradativamente.
Essa pessoa é convidada a voltar a participar mais efetivamente. Ela não diz que sim, nem diz que não.
O convite por familiares e por amigos, no caso, irmãos de fé, volta a ocorrer, mas tal pessoa tenta se justificar com: “Mas eu não deixei Deus de lado!
Como assim? “Eu leio a Palavra de Deus, eu faço minhas orações, mas por conveniência não vou à igreja!
A esse, temos que relembrar o que diz na Bíblia, em Atos 2.42: Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações.
São necessários, dentro do que esteja disponível, atender esses 4 requisitos:
– Perseverar na doutrina,
– Comungar com os demais irmãos na fé,
– Participar da Ceia do Senhor, e
– Ser diligente no orar.
O melhor lugar para isso é a igreja, o templo, o salão, a barraca, a tenda, a mesquita, a sinagoga, …!

Cuidado quem se afasta, pois o caminho para o inferno é bem mais atrativo!

Edvino Borkenhagen

 

 

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 17/05/2019 no jornal Gazeta Diário – Ano XXI – Mensagem 1.086

BORKENHAGEN 36 ANOS  PRESTIGIANDO VALORES QUE ENALTECEM O SER!

 

Deixar uma resposta