Os filhos da mãe vão prestigiar o pai?

Coluna Mensageiro
– Nem todos!
Quando um rapaz e uma moça começam a se sentir atraídos um pelo outro, dialogam, e o cupido se manifesta até que eles vão comunicar seus sentimentos aos respectivos pais.
Começam a namorar até estabelecer a primeira data formal de compromisso: o Noivado.

Claro que nem todos ainda preservam a pureza nos sentimentos, pois há os que se portam pior que animais.
Há os que pensam (rapazes) que, pelo fato de Deus primeiro ter criado o homem para, dele extrair uma costela e, dela formar uma mulher, como relata a Bíblia, não importando se tu aceitas esse registro ou não, teriam algum poder sobre a moça, a donzela.
Atualmente, e não digamos que em outras épocas não tenha ocorrido isso, rapazes conquistam os sentimentos de uma moça, seduzindo-a, até culminar com um ato sexual.
Se não engravidar, o relacionamento pode até continuar, mas se ocorrer a concepção, fácil e irresponsavelmente poderá se evadir, deixando a moça tornar-se mãe-solteira.
Ela terá que suportar o ‘castigo’ de se ter deixado seduzir, aguentando a gestação até o final. Ela, agora mãe, com o filho se tornarão uma família unilateral.
Terá o pai o direito a ser prestigiado no DIA DOS PAIS?

Mas numa família em que o segundo ato formal, o Casamento, tenha ocorrido, a vida conjugal tenha sido de boas relações, bons projetos, boa vida na fé que professam, bom progresso financeiro e material, bom relacionamento com amigos e familiares, tem a bênção divina de ter um filho e, no decorrer da vida ocorre o falecimento do marido, o pai, e daí?!
Daí que, salvo fatos que ainda possam, com legitimidade da viúva, ocorrer para encontrar alguém com quem formar novo par, a mãe e o filho também viverão a família unilateral.
Terá o filho o privilégio de prestigiar o pai, no DIA DOS PAIS?

Agora, num lar em que:
– o período do Namoro ocorreu;
– o Noivado se concretizou;
– o Casamento se realizou;
– a bênção com o nascimento de filhos ocorreu;
– filhos cresceram com saúde, com bons resultados na escola;
– a família está financeiramente bem estruturada;
– viagens aconteceram para conhecer o país e até lugares no exterior, mas a partir de certa época:
o pai se desinteressa pela esposa,
– não se envolve mais tanto com os filhos,
– se ausenta por mais tempo que o habitual do seu lar, deixando a mãe com os filhos viverem sua própria vida e,
– quando retorna à casa se mostra indiferente, se mostra cansado, até que
um dia ele se manifesta que vai partir para outra, pois tem outros planos para seu futuro?! E daí?
Daí que, quando um não quer, dois não brigam.
Ou ela suporta restrições, ou até imposições do marido, para tentar preservar a vida conjugal e a família, mesmo que ele ameace buscar a alienação parental, querendo levar os filhos, desejando afastá-los injustificadamente da mãe deles, ou ela consiga a guarda dos filhos e o deixa ir em busca do que seja a realização dele.
Nesse caso, quando se aproxima o DIA DOS PAIS, os filhos terão gosto em querer que a mãe compre um presente para o pai ausente?

Não importa se há países em que a data foi definida em homenagem a Joaquim, pai de Maria, ou a José, esposo de Maria, pelo calendário litúrgico católico, mas importa que pessoas de todas as denominações religiosas, cristãs ou não-cristãs, comemoram a data homenageando os bons pais, os pais de fato, os pais presentes, sejam eles genitores ou adotantes, que amem e preservem a família!

Feliz Dia dos Pais!

Edvino Borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 02/08/2019 no jornal Gazeta Diário – Ano XXII – Mensagem 1.097

BORKENHAGEN 36 ANOS  VALORIZANDO A FAMÍLIA E A CRIAÇÃO DIVINA!

 

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