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Festa da Colheita

Festa da Colheita e Dia de Ação de Graças tem muito em comum.

A quarta quinta-feira do mês de novembro, desde 1966, por força da Lei 5.110, é reservada para comemorar o Dia Nacional de Ação de Graças. A data foi instituída pela Lei nº 781, em 17/08/1949, pelo presidente Gaspar Dutra.  É uma data festejada em muitas partes do mundo. 

Começou nos Estados Unidos depois de uma boa colheita, no final do outono de 1620, em Plymouth, no Massachusetts. Os primeiros Dias de Ação de Graças eram festivais de gratidão a Deus, em agradecimento às boas colheitas anuais. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é festejado no outono, após a colheita ter sido recolhida.

Nos Estados Unidos, desde 1863, a quinta-feira da quarta semana de novembro passou a ser festejado o Dia de Ação de Graças, sendo feriado.

No Canadá em 1872 a data passou a ser comemorada, sendo feriado nesse dia, mas em 1957 foi definida a data como sendo a segunda-feira da segunda semana de outubro.

Na gravura acima o destaque é a participação de índios, o que quer dizer que as 'intrigas' provocadas pelos brancos 'invasores' ainda não haviam iniciado. Havia paz.

Nos países em que é comemorado o Dia de Ação de Graças é dada uma atenção bem especial para a família e para a religiosidade. As famílias comemoram as conquistas e reconhecem que tudo vem de Deus, seja a saúde, a fé, a prosperidade, o conhecimento, a paz, etc.

No Dia de Ação de Graças geralmente as pessoas utilizam o tempo livre para ficar com a família, fazendo grandes reuniões e jantares familiares. No cardápio geralmente constam: peru, purê de batatas, milho cozido e torta de maçã. Esses eram os itens dos quais dispunham os imigrantes.

Agradecer é um gesto de humildade é um ato de grandeza, digno e honrado. Lamentavelmente o ser humano, em geral, é tardio em agradecer. Rápido para pedir, mas tão esquecido e lerdo para voltar, reconhecer e dizer: Muito obrigado!. E isso vale no campo terreno, como também na sua relação com Deus. A Bíblia nos dá exemplos disso. Numa situação dez leprosos foram pedir ajuda a Jesus, e apenas um voltou para agradecer. No SL 50.15 diz: “Invoca-me no dia da angústia, eu te livrarei”, e aí termina o texto dizendo “e tu me glorificarás.”  Muitos fazem o ponto final depois das palavras “eu te livrarei.”

O Rev. Egon Kopereck, presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, de cuja mensagem nos servimos, diz que "Nós temos muitos motivos para agradecer. Na verdade, temos todos os motivos para agradecer. Cada novo dia é uma benção de Deus.  Cada passo, cada refeição, o ar que respiramos, a água que tomamos, tudo é graça e misericórdia de Deus. Mas além de todas estas bênçãos terrenas e materiais, temos um presente, uma graça, um gesto de amor que supera a tudo: Deus mandou seu Filho ao mundo para nos salvar. Jesus que deu a sua vida por nós, para que fôssemos reconciliados com o Pai, para que tivéssemos perdão, vida e salvação. Poderia ter presente maior? Poderíamos deixar de agradecer, reconhecer e responder a tamanho amor?"

Com data herdada do hemisfério norte como setembro/outubro (outono), correspondendo à Primavera, para nós do hemisfério sul, as igrejas cristãs, notadamente as históricas, sem esgotarmos a pesquisa, comemoram a Festa da Colheita que vem da Festa dos Tabernáculos, Festa das Cabanas, Festa das Barracas, ocasião em que os membros das igrejas são incentivados a trazer uma oferta especial, preferencialmente da colheita de sua produção. Seria as primícias, ou seja o resultado da primeira sega, os primeiros grãos. Poderia também ser os primeiros frutos, quando a pesquisa se direcionar para o nome Tabernáculos. Para quem não trabalha a terra, a oferta geralmente acaba sendo em dinheiro. A origem dessa festa data de antes dos hebreus se apossarem da Terra Prometida - Canaã, o que nos mostra que foram os cananeus, que trabalhavam na lavoura, que deram início a esse costume, passando os israelitas a se tornarem agricultores à medida que deixaram de ser nômades.

Ofertas, oferendas, dízimos, coletas são termos conhecidos também fora do meio cristão, pois todas as religiões apontam para um ser superior, a quem o povo deve presentear com ofertas sem defeito. Em muitas religiões não-cristã os sacerdotes vivem às custas de doações de seus fieis. Se não houver uma boa sintonia entre os religiosos e seus seguidores, a fome poderá ser um excelente termômetro.

Portanto, seja dia de Ação de Graças ou Festa da Colheita, as pessoas tem mesmo muitos motivos a voltarem-se a seu Deus e ofertar-lhe do melhor que tenham conseguido obter. Para muitos, inclusive cristãos, esse procedimento passa longe de ser observado, pois quanto mais o mundo se materializar, mas afastado o povo ficará de Deus, passando a acreditar sempre mais em si mesmo, enquanto não for confrontado com uma ação drástica de Deus em sua vida, o que pode até ser tarde demais para alguns.  

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