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Mensagem enviada em 03/08/2009 ao titular do
Blog do CVMoraes
Sr.Célio
Em que pese ser difícil aceitar que as doenças
e epidemias são um natural meio de equilíbrio demográfico, temos que lembrar
das superpopulações de determinados animais, não aqui querendo comparar
racionais com irracionais, mas quando em algum lugar há algo demais, uma
ocorrência como consequência ocorre.
Quando sobre uma fundação definida para um
prédio de 4 pisos, forem construídos 6 pisos, a probabilidade de uma
catástrofe, ainda que em data avançada, não é remota.
Quando a população usa os recursos naturais de
forma desregrada, a falta destes é mera consequência.
Quando, na estrada, alguém excede a velocidade
e, ao tentar fazer a convergência numa curva acentuada, o carro derrapar é
mera consequência.
Quando um adolescente põe as asinhas de fora
muito cedo, desobedecendo os pais e enturmando-se com grupos de risco, a
morte é mera consequência.
A reflexão gerada pelo pânico espalhado pela
imprensa não nos traz mais notícias do México ou dos Estados Unidos, mas nos
alerta para cuidados mínimos de higiene tais como:
a) - o sujeito espirrar, não lavar a mão, e
dali a pouco cumprimentar alguém com um aperto de mão;
b) - o cumprimentado, ao sentir uma coceira no
olho, leva ao olho a mão tocada pelo que o cumprimentou.
Se o primeiro estiver infectado, a chance de
transmitir o vírus é muitíssimo grande.
Outra constatação:
Na grande maioria dos banheiros públicos, em
estações rodoviárias, ou mesmo em meios de hospedagem, no mictório
(masculino) não há papel higiênico.
Ainda que tenha papel higiênico e o 'homem'
não o utilize, acaba este, em muitas situações, saindo do banheiro sem lavar
as mãos.
Resumo:
São os "porcos
humanos" que transmitem doenças.
Tomem vergonha na cara e respeitem o semelhante!
Tomem os cuidados que são sugeridos pelas
autoridades sanitárias e deixem os indefesos viverem uma vida saudável.
Também as guerras são males necessários, ou
meios indesejados, para o equilíbrio demográfico, por mais que não
gostaríamos de estar entre os escolhidos para morrer, mas o mundo só vai
melhorar quando tomarmos consciência de que para tudo há limites.
Detalhe: Enquanto a gripe suína mata
0,4% dos infectados, a gripe comum mata 1,0% ou seja: A Norteamericana
(suína) mata 4 em cada 1.000 infectados e a Comum mata 10 em cada 1.000
infectados.
O pânico semeado parece que
tem um beneficiário. Ou mais do que um?
Edvino Borkenhagen
Tire suas conclusões, e lembre:
1918
- A Gripe dos 3 dias, H1N1,
aviária, só na Espanha infectou 8 milhões de pessoas e ficou tratada como
Gripe Espanhola;
1957
- A Gripe Aviária, H5N1, ou
H2N2, surgiu na Ásia pelo
que foi tratada de Gripe Asiática;
1968
- A Gripe de Hong Kong, H3N2,
consta que surgiu na China, de acordo com a
Wikipédia;
1997
- A
Gripe das Aves,
H5N1, novamente isolado na
China, de um ganso,
transmissão animal-homem;
e
2009
- A Gripe Suína, H1N1,
derivada da espanhola, surgiu no México e Estados Unidos pelo
que é tratada como Gripe Norte Americana.
Sugestão:
Antes de entrar em pânico consulte fontes seguras de informação.
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