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Colonos criminosos

A propósito da comemoração, em 25/07, do Dia do Colono, e da balburdia sobre o novo Código Florestal, trazemos texto enviado por Pedro Oswaldo Morell, publicado no boletim da FAEP, de autoria do presidente do Sindicato Rural de Assis-SP, Orson Mureb Jacob, sob o título: “Somos criminosos. Punam-nos!”:

Nós produtores e proprietários rurais, confessamos: somos desmatadores, então, somos criminosos. Punam-nos... Não comam arroz! Noventa por cento são produzidos em várzeas - Área de Preservação Permanente. Não tomem café, grande parte vem de Área de Preservação Permanente. Não comam maçã! São produzidas em Área de Preservação Permanente. Não chupem uva e nem tomem vinho! São produzidos em Área de Preservação Permanente. Não comam verduras e legumes! A maior parte é produzida em Área de Preservação Permanente. Não usem óleos vegetais: podem ser produzidos em área de Reserva Legal. Não tomem leite, não comam aves, suínos, ovelhas, queijo, manteiga, presunto, e outros derivados. Os animais podem ser alimentados por ração que contém milho, soja, sorgo, aveia, entre outros. Tudo isso pode ter sido produzido em áreas que devem ser de Reserva Legal. Não comam açúcar e andem a pé ou de bicicleta, pois parte da gasolina contém 25% de álcool que vem da cana, plantada em áreas que podem ser de Reserva Legal. Tampouco usem roupas de algodão e lã, muito menos sapatos de couro. Usem tecidos sintéticos e sapatos de plástico. Não usem lápis. O lápis é de madeira e pode ter vindo de floresta de Reserva Legal e Área de Preservação Permanente. Pelo mesmo motivo, não morem em casa de madeira. Não usem mesas, cadeiras, armários, assoalhos e outros objetos de madeira, pois resultaram de desmatamento. Podem ser de área de Reserva Legal. ‘Nossa vocação é produzir’. Enfim, não dá para dissociar a nossa vida da Natureza. A nossa sobrevivência, o nosso conforto e segurança, provém do que obtemos da terra.
Que ‘ambientalistas’ radicais abram mão de seu conforto e dêem exemplo à sociedade. Boicotem tudo aquilo que aqui foi citado e o que pode ter sido esquecido, pois se olharmos para trás, veremos que a grande parte das terras cultivadas e das madeiras utilizadas foram desmatadas com o suor do homem para sua sobrevivência, através do uso do machado e não da moto-serra. Querer voltar no tempo é um contra-senso e falta de racionalidade, e isso tudo prejudica não os produtores rurais e sim a nação como um todo. Queremos que a lei nos garanta o direito de trabalhar com tranqüilidade. Nós somos produtores rurais, a nossa vocação é produzir. A Lei deve privilegiar tanto o meio ambiente quanto a produção e, o Estado enquanto representante de toda a sociedade, deve ser responsável pela manutenção e preservação ambiental, pois esta é uma obrigação de todos.

Edvino Borkenhagen

MATAS CILIARES TAMBÉM SÃO NECESSÁRIAS NA CIDADE?

O questionamento dos pequenos agricultores, os colonos, com relação à exigência da mata ao lado de riachos, rios e lagoas é se nas cidades o reflorestamento também é exigido de igual forma. A BORKENHAGEN sugere que você também reflita.

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O fone da contabilidade

Coluna do Mensageiro - Registro 0123526, 18/08/2003, Títulos e Documentos

ANO XIV, Mensagem 676

Veja na imprensa, em 08/07/2011, clicando aqui.


Confira a gravidade do assunto, lendo a matéria que lhe trazemos a título de brinde, pelo acesso e pela leitura acima.

Pode conferir em: http://www.gazeta.inf.br/noticias.php?acao=ler&id=46651.

Quem não tem assinatura, precisa contatar a Editora A Gazeta do Iguaçu: www.gazeta.inf.br

 

Internacional  

Tensão no campo leva a declaração de Estado de Emergência

em Alto Paraná

 

Em Foz, Câmara analisará requerimento solicitando intervenção do governo brasileiro na questão

Invasões afastaram até empresas brasileiras da região de conflito

 

Da Redação

Reportagem

 

A Junta Departamental — semelhante à Assembleia Legislativa — de Alto Paraná declarou Estado de Emergência e de Alerta em todo o departamento (estado), cuja capital é Ciudad del Este. A decisão, tomada anteontem, foi em atenção a um pedido dos prefeitos de Santa Rita, Concepción Rodríguez e de Santa Rosa del Monday, María Victoria Salinas, além de representantes dos municípios de Ñacunday, Iruña, Naranjal, Los Cedrales e San Cristóbal. As informações são do jornal ABC Color, em reportagem do jornalista Fermin Jara. Além dos políticos, o pedido foi feito pela Coordenadoria Agrícola do Paraguai.

O pedido foi feito devido à série de invasões registradas nestas localidades, que tiveram como alvo propriedades rurais e urbanas e, segundo a imprensa e alguns políticos, tem sido apoiado pelo governo de Fernando Lugo. A tensão é tão grande que duas agroindústrias que iriam se instalar em Santa Rita teriam desistido do projeto.

 

Santa Rita

Em cada uma das localidades, a estratégia para retirar os proprietários de suas terras tem sido uma. Quando não são campesinos, como em Ñacunday, onde foi montado um assentamento que teria respaldo do senador Sixto Pereira (Tekojoja) do governador de San Pedro, José "Pakova" Ledesma (PLRA), é a questão de duplicidade de títulos, como ocorre em Santa Rita.

Na localidade de Nova Assunção, distrito de Santa Rita, desde o começo da semana cerca de 150 policiais estão em prontidão, promovendo desapropriação de terras determinadas pela Justiça, mas que teriam tido como base títulos falsos de propriedade.

Desta vez, o temor atinge donos de uma faixa de terra de 780 hectares. A questão de duplicidade de títulos que tem causado desalojamento de brasileiros se iniciou em 1997, quando um estrangeiro radicado no país vizinho apresentou um documento de propriedade de 8 mil hectares em Santa Rita. Na época, ele ingressou com um processo contra mais de 60 donos de terra, que foram à Justiça, apresentaram os títulos e comprovaram a validade. Anos mais tarde, novos títulos surgiram e desde então, os brasiguaios de Santa Rita já tiveram de comprovar serem donos de suas áreas varias vezes. O problema aumentou quando os títulos falsos teriam sido usados para obter financiamentos em instituições financeiras, como o Banco Nacional de Fomento. Como os empréstimos não foram quitados, a instituição faliu. Por isso, o Banco Central paraguaio adquiriu os títulos, que depois foram vendidos e começaram a ser vendidos em leilões.

 

Requerimento

O problema fez com que a Câmara Municipal, por meio de dois requerimentos (139 e 140/11) de autoria do vereador Hermógenes de Oliveira (PMDB), solicitasse a intervenção do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, e dos três senadores paranaenses, ainda com Gleisi Hoffmann. Como aparentemente nada foi feito, na sessão da Câmara de ontem, foram apresentados os requerimentos 198/11 e 199/11, que reitera, aos senadores Álvaro Dias e Roberto Requião, à ministra-chefe da Casa Civil e a Patriota "providências urgentes quanto à expulsão dos fazendeiros brasileiros". As duas matérias deverão ser apreciadas na próxima sessão do Legislativo.

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