Conter o Coronavírus, ou o povo em 15/03?

Coluna Mensageiro
– Está até difícil preparar o artigo de hoje, dado ao volume de fatos desastrosos, naturais, espontâneos ou provocados.
O mundo assiste a aparente perda de controle sobre o avanço do COVID-19, o Coronavírus, cuja família viral já é conhecida desde meados dos anos 1960.
Autoridades sanitárias, via de regra, têm trabalhado com responsabilidade e emitido comunicados com fidelidade.
O que causa espécie é o volume de informações distorcidas que parte da imprensa publica, não importando por qual meio.
Que há um interesse nefasto por trás dessas notícias desencontradas é bem provável, muito provável, ou probabilíssimo.

Se uma autoridade toma uma medida drástica, sem o suficiente conhecimento de causa, é prevenção, alarde ou desvio proposital da atenção dos cidadãos?

Pois bem, a dengue, a gripe aviária, o ebola, a chicungunha, a gripe suína, a varíola, a AIDS só se alastraram porque medidas sanitárias não foram tomadas a contento da necessidade.
O poder público não se antecipou em zelar pela população, e a população não foi zelosa com seus quintais, com seu próprio corpo, com sua própria casa.
Nas escolas, talvez, não houve a dedicação espontânea em orientar, mas foi disseminado medo, ou foi manifesta a omissão.

Quem contrai um vírus, se ficar isolado no tempo adequado, não o libera para o meio ambiente e, por conseguinte, não contamina lugares, equipamentos públicos ou pessoas.
Dependendo da intensidade, dependendo da imunidade de cada indivíduo, pode chegar ao final, sem sequelas, sem grande transtorno.
O detalhe é cuidar-se! Como?

Quem se desloca utilizando, por exemplo, o transporte público e se em sua cidade já houve alguma notícia de casos suspeitos, um cuidado mínimo de prevenção seria: cuidar ao apoiar-se com as mãos no tubo sobre o encosto, ou nos tubos ao longo do interior do veículo onde as pessoas se seguram enquanto estão em pé durante o deslocamento.
Se tocar nesses locais, a providência após o desembarque seria higienizar as mãos com álcool gel, ou como segunda alternativa, com vinagre.
Antes de se higienizar cuidar para não coçar os olhos, o nariz, alguma espinha, ou local que possa haver alguma secreção.
Simples, não é?!

Mas correm rumores de que autoridades poderiam parar o metrô, parar trens para que pessoas não se locomovam para outras cidades ou para pontos de grande aglomeração.
Por mais utópico que isso seja, o endereço obviamente seria querer esvaziar o movimento conclamado espontaneamente para o dia 15 de Março.
Certamente nenhuma autoridade seria tão insana a ponto de querer limitar a movimentação de pessoas, ou a aglomeração de pessoas, como se isso fosse desencadear a manifestação do COVID-19.

É bem provável que determinadas autoridades estejam com receio de terem sua imagem escancarada como de alguém que não satisfaz a população.
Que seja um movimento pacífico e ordeiro, diferente dos de outra época que não usavam o verde-amarelo!

Edvino borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 13/03/2020 no jornal GDia – Ano XXII – Mensagem 1.129

BORKENHAGEN 36 ANOS  ATUANDO PARA MANTER REAL A GOVERNABILIDADE DO BRASIL!

 

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