Aos 12 anos já eram responsáveis!

Coluna Mensageiro
– Houve um jovem que, no início de 1972 havia deixado as fileiras do então 1º Batalhão de Fronteira, o Quartel de Foz do Iguaçu, pois havia concluído o tempo do Serviço Militar Obrigatório e passou a trabalhar no Banco Bamerindus.

Naquela unidade militar a comunidade participava de atividades festivas, notadamente a Festa de São João, com direito à fogueira.
Pelo portão secundário a população adentrava para servir-se nas inúmeras barracas armadas, as quais eram exploradas por entidades beneficentes, ao estilo, digamos, da FARTAL atualmente levada a efeito nas dependências do CTG Charrua.
Era uma mescla de militares e de civis, linda e memorável para quem teve o privilégio de viver a realidade dos Anos 70, em Foz.

Assim foi que, em 1971, o milico Edvino conheceu, durante a Festa de São João, a jovem Maria, moradora da região da CR-1.
A fala durou pouco, pois já era chegada a hora de a jovem ir para casa e a hora de o militar se recolher para o alojamento do quartel.
Trabalhando no Banco há cerca de 1 ano ele viu passar na calçada a tal Maria, e isso se repetiu algumas semanas.
Um dia deu certo de se falarem, se reencontrarem em frente ao local onde hoje funciona a Delegacia da Mulher.
Ela aceitou que ele a visitasse em sua casa.

E foi em 1973 que o Dr.Antônio Ferreira Damião Neto, visitou estabelecimentos comerciais, bancários, repartições públicas, unidades militares e de segurança, entre outros, para apresentar uma nova opção de moradia, um novo lugar para se adquirir um terreno, um novo lugar para construir uma casa, um novo lugar para se constituir um lar: o Jardim América.
O jovem bancário, em 1973, adquiriu um terreno ali, para fixar residência em Foz, pois não era natural da cidade.

Os 2 jovens casaram em 1974 e ele iniciou a construção da casa, com parcelamento do material, na Madeireira Farro, onde trabalhava, concedido pelo patrão José Antônio de Brito, que merece ser lembrado.
No Carnaval de 1975 a casa ficou pronta e o casal mudou-se da Vila CR-1, da casa dos pais da esposa, para a casa própria no Jardim América, onde o nascimento de filhos se sucedeu.

Em 1983 o profissional obteve inscrição provisória no CRC antes mesmo de concluir a faculdade.
Então, autônomo, deu início ao que hoje é a Borkenhagen Contabilidade.
Os filhos à medida que completavam 12 anos iam com o pai ao Ministério do Trabalho obter sua Carteira de Trabalho e iniciavam um aprendizado de meio-expediente com o pai para, mais tarde tornarem-se seus sócios, adquirindo cotas de capital do pai, nada ‘de mão beijada’.

Eles, hoje, dirigem as principais áreas do empreendimento:
a Eunice, a Área Contábil e a Captação de Novos Clientes;
a Melissa, o Departamento Pessoal e o Imposto de Renda Pessoa Física;
o Adolf, a Área de Legalização, a Cobrança e a Internação de Capital Estrangeiro; e
o Martin, a Área Fiscal-tributária e a Gestão de Documentos.
A atuação dos 5 sócios de forma interdependente, valoriza e mantém forte a unidade desta sociedade familiar, de profissionais.
Faz muito tempo que os clientes mais antigos deixaram de se esclarecer com o pai, porque os filhos dão conta.
O berço, a oportunidade, e a dedicação em seguir o “Ziel”, o alvo, faz deles aprimorados profissionais, permitindo à Borkenhagen Contabilidade o respeito junto aos clientes, às repartições e à comunidade.

Aos 12 anos já eram responsáveis!

Edvino Borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 08/05/2020 no jornal GDia – Ano XXII – Mensagem 1.137


Eis o pai, o idealizador, e os filhos, sócios da Borkenhagen Contabilidade!
Só pra confirmar: Aos 12 anos já eram responsáveis!

BORKENHAGEN 37 ANOS  APRESENTANDO-SE COM DIGNIDADE!

 

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