E se eu partir, sentirás a falta?

Coluna Mensageiro
– Houve um fato em que 3 casais saíram para almoçar fora.
Já terminado o almoço, uma senhora, mãe, assim se manifestou: “Estou com vontade de ir embora!”.
De imediato houve manifestações.
Um filho, acompanhado da esposa, disse: “Você pode estar querendo ir para casa, mas não embora, pois quem vai embora é pra não mais voltar!”.
Sim, quem vai embora, vai pro caixão e depois pro cemitério, ou vai pro necrotério, pro crematório, e depois terá suas cinzas espargidas num canteiro da horta, num lago, num rio (se não houver restrição), ou ficarem guardadas numa urna, aos cuidados de alguém. Isso, só para atender a vontade de quem, em vida, assim manifestou a preferência.
Nossa!
Mas é a realidade!
Ninguém se livrará da morte, que pode vir naturalmente, pela idade, pelo desinteresse pela vida, ou ser determinada por quem tem poder sobre a vida de outro, seja por crime ou por sentença.

Quem já era adulto nos anos 80, principalmente as senhoras, deve lembrar que produtos da época já não mais existem, por conveniência de seus fabricantes.
Um exemplo foi o absorvente íntimo, da marca Modess.
Assim, quem ia às compras
– ia comprar um tubo de “kolynos”, ou
– uma caixinha de “gillette”, ou
– uma “brahma” (mesmo que fosse da Antárctica), ou
– um pacote de “modess” (ainda que fosse da marca Sempre Livre).
Um dia surgiu a pergunta no Lembrasul, um supermercado que não resistiu à competição, à concorrência: “Mas por que tem que ser o Modess, se os outros absorventes também foram produzidos para esse fim?” A resposta foi enfática: “É porque ele absorve melhor e é mais confortável!” Mas surgiu outra pergunta: “E se não mais fabricarem esse absorvente, quem o preferiu, vai sentir a sua falta?Assim é a vida!

Assim poderíamos abordar o sentimento da mãe que perde o filho durante a gestação ou ao nascer, ou o sentimento de familiares que perderam um jovem, ou uma jovem no aniversário dos 22 anos.
Você já pode ter participado do funeral de um amigo, de um colega de faculdade, que ‘partiu’ ao completar 22 anos.
É triste?
Foi triste?
Pode ser que sim, pode ser que não.
Pode ser que para você tal jovem não fará falta, pois não mantinha com ele um convívio mais íntimo.
Mas pode ser que sim, pois você sempre nutriu um forte sentimento de respeito por ele, pelas suas qualidades, pela sua forma de se manifestar, pelos assuntos que abordava, pelo respeito que sempre teve com os demais, e assim por diante.
Assim é a vida!

E se um empreendimento comercial ou de prestação de serviços, em decorrência da pandemia do coronavírus, fechasse as portas, diante do que ele oferecia, você sentiria falta?
Haveria na cidade outro que pudesse substituí-lo para nem sentir a falta?
É de pensar, não é?!

Ou imaginemos a Coluna Mensageiro, que no dia 29 de maio de 2020 completará 22 anos de circulação no jornal impresso, atualmente no GDia.
Se deixasse de estar publicada no jornal impresso, a cada sexta-feira, você sentiria falta?

Para tirarmos um ‘termômetro’, a título de pesquisa de aceitação, conte para nós se você se importaria, ou não, se não mais existisse a Coluna Mensageiro no GDia.

Para quem leu a Coluna, no jornal impresso fizemos a seguinte solicitação:
Ligue no 45-3028-6464, ou envie mensagem para o 45-99980-5605, ou
envi
e um e-mail para contato@borkenhagen.net e diga-nos se
você se importa em que ela continue no jornal, tá?!

MAS, para você que está lendo aqui, solicitamos:
Deixe seu comentário, logo abaixo e diga se você se importa em que:
A Coluna continue no jornal, ou
Basta a Coluna estar aqui no sítio.

Edvino Borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 22/05/2020 no jornal GDia – Ano XXII – Mensagem 1.139

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