2020 o Ano do 171?

Coluna Mensageiro
– Olha só que coincidência o número desta Coluna é 1.171, e isso graças a 22 anos consecutivos de conteúdo preparado, esmiuçado e publicado!
O que é 171? De onde surgiu esse termo 171?
Veja só: 171 é um código que faz referência ao artigo nº 171 do Código Penal Brasileiro, referente ao ato de estelionato, ou seja, enganar outras pessoas para conseguir benefícios próprios. A pena para este crime é de 1 (um) a 5 (cinco) anos de reclusão, mais o pagamento de multa. Em 1940 a multa estava assim estipulada: quinhentos mil réis a dez contos de réis.
Esclarecendo: Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.

Poderíamos ligar esse esclarecimento a alguma pessoa pública, a alguma autoridade, presa ou não?
Quando alguém chamar uma pessoa de 171, está querendo dizer que este indivíduo é mentiroso, mau caráter e inconfiável.
Assim, uma “pessoa 171” é vista como aproveitadora, que utiliza de habilidades comunicacionais e simpatia apenas para alcançar o seu objetivo próprio, sem se importar com as condições físicas ou emocionais de terceiros.

Mas, vem cá, terminar o ano abordando atos de mentirosos, de pessoas que praticaram 171 durante o ano, contra a população?
Bem poderíamos estar focando:
– no sucesso econômico, que vive o Brasil;
– na reviravolta de prejuízo para lucro, que apresentam estatais;
– no avanço do agronegócio e de sua importância para a alimentação da população mundial, e por aí afora.
Mas, certos veículos de informação (ou des?) nos remetem ao coronavírus, nos remetem à COVID-19, nos remetem às imagens das milhares de covas abertas e dos milhares de caixões adquiridos em determinados lugares do Brasil, para criar terror na população, para fazer acreditar que “Estamos fazendo tudo pelo bem de vocês!”, mas na verdade mais parece um estelionato de vidas.

Das orientações desencontradas que ouvimos lá no início da pandemia, qual a mais chocante?

  1. Que em Wuhan, conforme vídeos veiculados, as pessoas contagiadas pelo coronavírus, de repente caíam onde estivessem caminhando, de tão feroz que seria o vírus?
  2. Que usando máscara cobrindo boca e nariz, ao sair de casa, a pessoa estaria livre do contágio?
  3. Que usando álcool em gel ou água e sabão e lavando com frequência, as mãos, estaria se protegendo do vírus?
  4. Que paralisando as atividades, todas exceto as essenciais, de uma cidade, estariam as pessoas livres de contaminação?
  5. Que deixando toda uma população trancada, isolada, por 14 dias (muito mais!) consecutivos, não seria alcançada pelo vírus – mesmo tirando o direito aos idosos a tomarem sol e praticarem exercícios físicos nas academias a céu aberto?
  6. Que não abraçando, não beijando, não cumprimentando com aperto de mãos, não cedendo o colo aos netos, o vírus não seria propagado?

Filho: “Ao encher um balão, cuide para não engolir o ar que voltar do balão! É gás carbônico!
Se a máscara tampar boca e nariz inalamos o ar expulsado pelo pulmão, mas esse não é veneno! (?)

Mantenha distância mínima de 1 metro quando falar, de frente, com pessoa não íntima sua e mantenha a higienização frequente, isso sim!

Edvino Borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 31/12/2020 – Ano XXIII – Mensagem 1.171
Leitura crítica antes de publicar, por: Não houve. Férias coletivas

BORKENHAGEN 37 ANOS  ALERTANDO PESSOAS, CONTRA OS GOLPES!

 

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