Estiveste alguma vez no pedestal?

Coluna Mensageiro
– Quando na escola eram promovidas gincanas, corridas, ao vencedor se entregava uma medalha e, para isso, era montado um pedestal para que ele ficasse num local mais alto, para ser visto e aplaudido pelos demais participantes e convivas.

Quando há um torneio de natação, onde adolescentes participam, às vezes até representando a escola de natação onde são treinados, os pais, os padrinhos e os avós sentem gosto de apreciar a disputa e alegram-se em tirar fotos durante a competição e, muito mais, quando o seu familiar sobe no pedestal para receber a medalha de vencedor/a.

Quando ocorre um campeonato nacional de futebol, antes de iniciar a partida final, ambas as equipes postam-se para a foto de ’possível’ campeão.
Para o time que perde fica a foto de “vice” meio que sem muita festa, mas para o time que ganha, a foto é publicada, torcedores a expõe no seu quarto ou local em que, em sua casa, ou até em seu local de trabalho, possam ostentar essa alegria ainda que efêmera.
Na entrega da taça, outra foto, a corrida em volta do estádio, a entrega, geralmente por autoridades esportivas, de medalhas aos jogadores, faz com que o momento fique registrado em fotos, vídeos e na mente dos adeptos.

Quando se fala de Copa do Mundo, então nem se iguala!
Tudo o que foi escrito acima também acontece, mas com uma intensidade bem maior, pois os vencedores, a seleção vencedora, são apresentados para todo o mundo.
A vaidade aumenta, o preço do passe de um jogador aumenta, o brio, o fanatismo, ou que adjetivo usemos, dos torcedores do país vencedor, suplanta muitas vezes, até conflitos internos, graças à vitória de sua Seleção.

Mas um acontecimento registrado no livro-maior dos cristãos, dá conta de que um personagem com duas naturezas, foi aplaudido, foi ovacionado, por seus fãs (seguidores) durante uma caminhada.
Uma caminhada? Pois é, pode até parecer estranho mas, como não havia tapete vermelho para ali passar o venerado orientador, o distinto pregador, o divino mestre, consta que o povo que participou dessa caminhada tirou de suas vestes e as estendia na estrada para que servisse de tapete e, ainda outros quebravam ramos, galhos de árvores, obviamente com folhas saudáveis, talvez folhas de palmeiras, para forrar a estrada e por sobre tudo isso Jesus passar para chegar triunfalmente em Jerusalém.
Mas Jesus não pisou sobre essas vestes e sobre esses ramos, pois ele fez tal trajeto montado num jumentinho “emprestado”, animal que antes ninguém teria montado.
Esse evento de fazer Jesus chegar ao templo em Jerusalém seria o ápice de sua trajetória para tornar pública a sua afirmação de que ele era o Messias, o Rei de Israel, tal como os profetas no Antigo Testamento previram e escreveram.

Durante esse acontecimento o povo, que junto caminhava, o saudava dizendo: “Bendito o que vem em nome do Senhor!
Pois é, a fé daquela gente era forte, se dedicavam por seu mestre.
Digamos que um bom tanto diferente da ‘apática’ fé de muitos fieis de hoje em dia.
A conduta de Jesus era irrepreensível, enquanto que a de pregadores atuais, por vezes, até afasta fieis em vez de conquistar mais gente para o caminho da salvação.

E nós, leitor, leitora, que testemunho damos diariamente de nossa fé?
Mereceremos o céu?

Edvino Borkenhagen

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 26/03/2021 – Ano XXIII – Mensagem 1.183
Leitura crítica antes de publicar, por: Christian Zanardini Pacheco

BORKENHAGEN 37 ANOS  INCENTIVANDO A FÉ CRISTÃ E RESPEITANDO AS DEMAIS!

 

Deixar uma resposta