Mesquita, sinagoga, igreja, pra quê?

Coluna Mensageiro
– Quando eu era pequeno sentava no colo de minha mãe, muito mais do que no colo de meu pai.
Acredito que o mesmo aconteceu contigo, não é?!
Quando eu era pequeno minha mãe me ensinou diversas orações, principalmente para antes de ir dormir. Eu as ensinei para meus filhos, quando pequenos.
Se posso esperar que eles repassarão a outros pequeninos, sejam eles seus filhos, sobrinhos ou afilhados, não posso garantir, pois podem existir distâncias fisicas, geográficas ou vivenciais.
Acredito que contigo deva ter acontecido algo semelhante, não importa o credo que segues; e não importa o nome que tem o templo no qual te reúnes, talvez ainda com a família, para reafirmar a tua fé!

Para tempos de angústia, de sofrimento, de desastres, onde, em primeiro lugar, o ser humano vai buscar conforto, orientação, apoio, além da família?
Onde
ele fortalece seu alicerce de fé? Ah, na Palavra que lhe é ensinada como meio de orientação para a vida futura, fora do corpo mortal, né?! Tá, e essa Palavra pode ser encontrada no Alcorão, na Torá e na Bíblia.
E esses livros seriam estudados em maior profundidade em que local? Ora, na mesquita, na sinagoga e na igreja!

O que nos impuseram certas autoridades nesse tempo de ‘pânicodemia’? Feche-se as mesquitas, as sinagogas, as igrejas, templos de qualquer culto!
O que pretenderam? Nos orientar como nos proteger para não estarmos muito próximos de quem não participa de nosso convívio íntimo no dia-a-dia? Não!
Preferiram impor: Estão proibidas as celebrações religiosas, para evitar aglomeração! Mudaram para 50% de ocupação, depois 30%, daí 40%, dependendo do município.
Estão errados os governantes? Não é isso!
A intenção foi boa, mas o modo de querer poupar a vida, isolando as pessoas das que lhe são íntimas, é o que os órgãos de saúde estão denunciando: as doenças do Pós-Covid, justo pelo isolamento exagerado.

Restrições para sair da cidade, medo de contaminar principalmente pessoas de idade mais avançada.
O que dizer de alguém que não conseguiu visitar pai ou mãe, em todo esse tempo de restrições?!
Decretos definiam multar encontros de famílias que superassem o número-limite. O que fazer? Conversar por vídeo-chamada, enviar mensagem de texto, até que os percentuais de contaminação caiam para números aceitáveis.

Medo, restrições, foi a fórmula de governantes e autoridades da saúde.
Isso lembra o vídeo daquele médico que disse: Nós estamos matando as pessoas que dizemos que mais amamos! Vovô, não pode ficar sem máscara! Vovô não esquece de por a máscara! Vovô não pode brincar com a netinha! Vovô não pode sair pra rua! Mas amanhã posso ir me exercitar na academia lá na praça? Não! Está proibido! Não posso me encontrar com os amigos? Não! Está proibido! Daí o médico completou: O vovô já tem respiração fraca. Daí o obrigamos a ficar de máscara. O ar que o pulmão expulsa porque não presta mais, que é gás carbônico, fica na máscara e com mais um pouco de ar puro que o vovô consegue inspirar, volta ao pulmão, virando ácido carbônico, no esôfago. É desse ambiente que o vírus precisa se alcançar o vovô. Estamos matando os que ‘dizemos’ mais amar!

No Dia da Mãe, quem ainda tem a oportunidade de ir abraçá-la, tenha todos os cuidados possíveis, e sugeridos, para não contaminá-la, mas não se isole dela!
Se puder ir com sua mãe ao seu local de culto, vá!

Edvino Borkenhagen
Crédito da foto: G1 Caruaru e Região

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 07/05/2021 – Ano XXIII – Mensagem 1.189
Leitura crítica antes de publicar, por: Rafael Rocha dos Santos

BORKENHAGEN 38 ANOS  VALORIZANDO A LIBERDADE DE CULTO, PARA TODOS!

 

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