Qual tua expectativa ou qual teu recado?

Coluna Mensageiro
– Quando os adultos de hoje, digamos os mais maduros, pelo menos acima dos 60 anos, cursavam a Escola Primária, se lhes ensinavam canções pátrias, canções que estimulavam o civismo.
Uma das canções que mais devem ter marcado, além do Hino Nacional, do Hino da Independência e do Hino à Bandeira, certamente é a Canção do Soldado, ou Canção do Exército.

Nós somos da Pátria a guarda / Fiéis soldados / Por ela amados. / Nas cores de nossa farda / Rebrilha a glória / Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra / Toda a esperança / Que um povo alcança / Quando altiva for a Terra / Rebrilha a glória / Fulge a vitória.
Estrebilho:
A paz queremos com fervor / A guerra só nos causa dor / Porém, se a Pátria amada / For um dia ultrajada / Lutaremos sem temor.
A paz queremos com fervor / A guerra só nos causa dor / Porém, se a Pátria amada / For um dia ultrajada / Lutaremos sem temor.
Como é sublime / Saber amar / Com a alma adorar / A terra onde se nasce! / Amor febril / Pelo Brasil / No coração / Nosso que passe.

E quando a nação querida / Frente ao inimigo / Correr perigo / Se dermos por ela a vida / Rebrilha a glória / Fulge a vitória.
Assim ao Brasil faremos / Oferta igual / De amor filial / E a ti, Pátria, salvaremos! / Rebrilha a glória / Fulge a vitória.
Estrebilho:
A paz queremos com fervor / A guerra só nos causa dor / Porém, se a Pátria amada / For um dia ultrajada / Lutaremos sem temor.
A paz queremos com fervor / A guerra só nos causa dor / Porém, se a Pátria amada / For um dia ultrajada / Lutaremos sem temor.

Dava orgulho, estufava-se o peito, ao cantar o estrebilho.
Ainda hoje, mais ainda em quem prestou o Serviço Militar Obrigatório, esse estrebilho soa forte e é entoado com gosto.
Quem ama sua pátria, se doa, se dedica, a defende, a protege de ‘inimigos’ sejam eles externos, sejam eles internos.

Quando a disciplina de Moral e Cívica foi tirada da grade curricular, parece que já havia um intento de abafar o amor pátrio.
Hoje, sabermos que tal escola ou tal colégio, seja público ou particular, preserva o momento cívico, seja uma vez por semana, ou por mês, é quase de se estranhar.
Ao surgirem os colégios cívico-militares, vimos uma grande procura por parte dos pais, desejando para seus filhos um aprendizado de valor, sim, mas também o ensino do caráter, do civismo.

Diante de tantas ocorrências de comportamentos e atitudes que não coadunam com o entendimento de pessoas mais conservadoras; desvios de recursos para aplicação em fins que não para o bem do cidadão brasileiro e, o posterior ‘perdão’ por autoridades das quais sempre se espera a proteção ao cidadão, à economia nacional e à soberania nacional, é ensaiado um movimento pacífico, tanto quanto se sabe, para dar um ‘recado’, para tornar pública a expectativa de um percentual da população, é esse movimento visto por determinada imprensa como um movimento hostil (?), como que não de direito à manifestação livre do cidadão brasileiro.

É de se aguardar os fatos. É de se pensar que, independente de o movimento ser pacífico, não ocorrerem desordens por quem pensa diferente, para calar a voz de quem quer usar a liberdade de expressão.
Deus salve o Brasil!

Edvino Borkenhagen
Figura coletada: Amor pelo Brasil

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 03/09/2021 – Ano XXIV – Mensagem 1.206
Leitura crítica antes de publicar, por: Christian Zanardini Pacheco

BORKENHAGEN 38 ANOS  RESPEITANDO E SEMEANDO O AMOR PÁTRIO!

 

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