Revelarias o nome da primeira mulher?

Coluna Mensageiro
Homens que hoje têm família, se já tiveram um amor na vida, se já viveram outro casamento, ao lerem o título, poderão se perguntar: O que pode interessar a outros o nome da primeira mulher?
Rapazes que já tiveram algum relacionamento mais íntimo com uma moça com quem acabaram não casando, por circunstâncias que não vêm ao caso, poderão se perguntar: Mas e vale à pena eu lembrar dela se nosso relacionamento não deu certo?
Homens casados pensarão: Está bem, já foram diversos namoros até encontrar a pessoa com quem me identifiquei e com quem casei. Pode me ocorrer de lembrar detalhes de uma ou outra namorada mas isso é passado!
É mesmo?
Num momento de tensão conjugal, o temperamento da fulana não lhe viria à mente?
Tá, mas em contrapartida, … Pois é, em contrapartida tinha vícios que não se coadunavam com meu jeito de ver a vida.

Maio é mês em que lembramos das flores.
Não lembramos das flores porque elas existem em maior quantidade; não lembramos das flores porque nós as cultivamos, em nosso jardim; não lembramos das flores porque gostamos de flores, mas porque existe uma propaganda convincente de que devemos ofertar flores, principalmente a quem gosta de flores.

Maio é mês em que devemos lembrar da mulher.
Mas o Dia da Mulher se comemora em março! Está bem, mas pra quem já está com a segunda ou terceira mulher, é o mês em que deverá lembrar da primeira mulher.

Eu tenho a coragem suficiente pra dizer que a primeira mulher que me levou pra cama, se chama Edith Teresa.
Ela me deu carinho, me deu amor, me deu afeto, me deu orientação para a vida, me orientou para a vida com Deus mas, sobretudo, me deu vida, ou melhor: me deu a vida!
Sim eu ainda tenho minha primeira mulher, a minha mãe, e vivo com minha segunda mulher, efetiva, a esposa Maria.
Deus permite que outras mulheres façam parte da minha vida, com que intensidade, com que tipo de vínculo, não interessa pra ti.
Deus as deu a mim para amá-las, sejam elas filhas, noras, amigas, comadres, tias, primas, colegas de aula, colegas de trabalho, irmã virtual, alguém com um relacionamento diferente e especial, tudo orientado por Deus, tudo em perfeita ordem, mas com todas eu só posso ter relacionamento graças à primeira mulher, a minha mãe.
Se não fosse ela, eu nem existiria, assim como se não fosse a minha esposa, as filhas não existiriam (os filhos também), de igual forma não teria relacionamento com outras mulheres se minha mãe tivesse me desprezado, quando me deu à luz.

Por isso conclamo a todos que ainda lembram do nome da primeira mulher com quem foram pra cama, a mãe, a demonstrar o apreço que tem por ela, o amor que tem por ela, o carinho que tem por ela.
Quem ainda tem sua mãe, demonstre gratidão pela vida!
Se não fosse ela não estaria desfrutando dos prazeres da vida; não teria sido encaminhado para a vida com Deus; …
Tu, leitor, ou leitora, sabes muito bem o quanto te valeu e te vale a mãe, não é?!
Às vezes a ingratidão te faz ser duro/a com a mãe, apesar de ela ter-se desgastado com tua criação, ter ficado muitas e muitas horas acordada durante noites, quando tua saúde não era das melhores. Pensa nisso!

Felizes dias, vividos ou a viver, mãe querida!

Edvino Borkenhagen
Foto: Minha mãe – Cortesia: Marli Morell

Coluna Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003 – Títulos e Documentos
Publicada em 06/05/2022 – Ano XXIV – Mensagem 1.241
Leitura crítica antes de publicar, por: Martin Alexssander Borkenhagen

BORKENHAGEN 39 ANOS  VALORIZANDO A FAMÍLIA, A MÃE!

 

 

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